Espaço disponívelAnuncie aquiSua marca aqui, para toda a região.728×90 (computador) / 320×100 (celular)Quero anunciar →Pular para o conteúdo
Atenção

Tempestade em 117 cidades do 17 até 20h59 · INMET

O que fazer

Escolha sua cidade

Sua escolha fica guardada neste aparelho. A home continua mostrando todo o 17, com a sua cidade em primeiro.

Região de Araçatuba

Região de Barretos

Região de Catanduva

Região de Fernandópolis

Região de Jales

Região de Rio Preto

Região de Santa Fé do Sul

Região de Votuporanga

Última hora

Comissão de Saúde aprova diretrizes para acesso à psicoterapia

Medidas visam atender grupos em situação de vulnerabilidade social no Brasil.

Fonte: Giro19 ·

Comissão aprova diretrizes para ampliar acesso à psicoterapia para populações vulneráveis

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou uma proposta que altera a Lei de Saúde Mental, com o objetivo de ampliar o atendimento psicológico e psicoterapêutico para grupos em situação de vulnerabilidade social.

A versão do relator, deputado Geraldo Resende (União-MS), foi aprovada em relação ao Projeto de Lei 1428/25, apresentado pelo deputado Daniel Agrobom (PSD-GO). O projeto original sugeria a criação do Programa Nacional de Acesso à Psicoterapia, mas o relator decidiu incorporar as novas diretrizes diretamente ao marco legal da reforma psiquiátrica.

Geraldo Resende explicou que essa abordagem evita a fragmentação do atendimento, além de prevenir questionamentos jurídicos relacionados à criação de programas executivos, que são de competência do governo federal. Assim, as novas ações passarão a ser integradas à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do Sistema Único de Saúde (SUS).

Diretrizes de atendimento para populações vulneráveis

O texto aprovado estabelece diretrizes específicas para o atendimento dessas populações, incluindo:

  • Telessaúde e atendimento presencial: ampliação do suporte psicológico por meio de modalidades presenciais e remotas;
  • Triagem específica: criação de protocolos de acolhimento que considerem fatores de vulnerabilidade social;
  • Serviços comunitários: fortalecimento de atendimentos territorializados, direcionando recursos e profissionais para áreas com maior exclusão social;
  • Horários flexíveis: adequação das rotinas de atendimento para atender a população trabalhadora;
  • Parcerias com clínicas-escola: estímulo a acordos de cooperação com instituições de ensino superior e organizações da sociedade civil;
  • Capacitação profissional: promoção de treinamento continuado para eliminar preconceitos estruturais no atendimento.

A proposta agora segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e, para ser transformada em lei, precisará ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Fonte: Giro19

Espaço disponívelAnuncie aquiSeu negócio visto por quem mora no 17.Responsivo ou 728×90Quero anunciar →
Compartilhe Facebook X

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *