Discussão em supermercado de Rio Preto termina em agressão física
Uma advogada de 45 anos registrou ocorrência após ser atacada por duas mulheres na fila do caixa.
Na noite de segunda-feira (2), em Rio Preto, uma discussão em um supermercado atacadista da Vila Ercília resultou em agressão física e registro policial. Uma advogada de 45 anos relatou ter sido atacada por duas mulheres após um desentendimento na fila de um caixa destinado a compras de até 15 produtos.
A vítima informou à Polícia Civil que aguardava atendimento por mais de uma hora quando a cliente à sua frente finalizou suas compras. Segundo a advogada, a mulher estava acompanhada de sua mãe, que seria idosa, e teria feito pagamentos separados, interrompendo o atendimento para atender chamadas telefônicas.
Após a cliente deixar o caixa, a advogada comentou que o guichê era para compras limitadas e sugeriu que a acompanhante idosa utilizasse o atendimento preferencial. A mulher respondeu que estava comprando para várias pessoas e deixou o local. Quando a advogada finalmente chegou ao caixa, questionou a operadora sobre seu nome, pois pretendia falar com o gerente sobre a situação. A funcionária, que estava com o crachá virado, não respondeu, e a advogada decidiu fotografar a identificação.
Conforme o boletim de ocorrência, uma mulher em outro caixa acusou a advogada de ter agredido a funcionária, acusação que a vítima nega, afirmando que apenas fez perguntas e registrou o nome. A advogada então solicitou a presença do gerente, mas outra funcionária se recusou a chamá-lo. Em seguida, a mulher que iniciou a discussão, acompanhada da filha, partiu para a agressão.
A advogada relatou que as duas a derrubaram no chão, puxaram seus cabelos e provocaram arranhões, além de abaixar sua blusa, deixando-a exposta diante de outros consumidores. Apesar da presença de várias pessoas, ninguém interveio, e tanto a operadora de caixa quanto a funcionária que estava próxima abandonaram o local.
Após o ocorrido, a advogada permaneceu no supermercado por cerca de 40 minutos até a chegada da Polícia Militar, que a orientou a procurar atendimento médico. As agressoras não foram identificadas, sendo descritas apenas como mãe e filha. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Fonte: Gazeta de Rio Preto
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