Espaço disponívelAnuncie aquiQuem lê o Mural 17 compra perto de você.728×90 (computador) / 320×100 (celular)Quero anunciar →Pular para o conteúdo
Atenção

Tempestade em 117 cidades do 17 até 20h59 · INMET

O que fazer

Escolha sua cidade

Sua escolha fica guardada neste aparelho. A home continua mostrando todo o 17, com a sua cidade em primeiro.

Região de Araçatuba

Região de Barretos

Região de Catanduva

Região de Fernandópolis

Região de Jales

Região de Rio Preto

Região de Santa Fé do Sul

Região de Votuporanga

Última hora

Queda de 78% em consultas por lesões pré-cancerígenas após vacina de HPV

Vacinação no SUS demonstrou eficácia na redução de lesões no colo do útero entre adolescentes.

Fonte: Agência Brasil ·

Consultas por lesões pré-cancerígenas caem após vacina contra HPV

Um estudo revelou que as consultas por lesões pré-cancerígenas no colo do útero entre adolescentes caíram quase 78% desde o início da vacinação contra o HPV no Sistema Único de Saúde (SUS). A pesquisa foi publicada na revista científica Human Vaccines & Immunotherapeutics.

O HPV é o principal agente causador do câncer de colo do útero, que pode se desenvolver a partir de lesões não tratadas. A vacinação previne a infecção pelo vírus, reduzindo assim o surgimento dessas lesões. Desde 2014, a vacina está disponível para meninas de 9 a 14 anos, e em 2017, a oferta foi ampliada para meninos.

Os dados mostram que, em 2011, foram registradas 474 consultas no SUS por lesões em adolescentes de 15 a 19 anos. Esse número subiu para 603 em 2015, após a introdução da vacina, mas a taxa de atendimentos caiu drasticamente nos anos seguintes, atingindo 136 em 2023.

A taxa de consultas por 100 mil adolescentes também diminuiu, passando de 7,1 em 2015 para 1,8 em 2023. Os pesquisadores destacam que essa redução é exclusiva para a faixa etária vacinada.

Aumento em outras infecções

Enquanto as consultas por lesões pré-cancerígenas diminuíram, houve um aumento significativo nas primeiras consultas por infecções sexualmente transmissíveis, que saltaram de 1,7 em 2015 para 10,8 em 2023 entre adolescentes.

O estudo sugere que a redução nas lesões não é resultado de mudanças gerais na saúde sexual ou no uso de serviços de saúde, mas sim da eficácia da vacinação. Os pesquisadores estimam que, entre 2011 e 2019, cerca de 5 mil lesões poderiam ter sido evitadas devido à vacinação.

O câncer de colo do útero é o terceiro mais comum entre mulheres no Brasil, com aproximadamente 19 mil novos casos diagnosticados anualmente, resultando em cerca de 7 mil mortes. A Organização Mundial da Saúde afirma que a erradicação da doença é possível com altas coberturas vacinais e rastreamento adequado.

Os pesquisadores ressaltam a importância de manter as altas taxas de vacinação e sugerem a ampliação da faixa etária abrangida pela vacina. O Ministério da Saúde está promovendo campanhas para vacinar jovens de até 19 anos que não receberam a vacina anteriormente.

A vacinação é considerada a melhor estratégia para prevenir infecções por HPV, mas exames preventivos e avaliações de lesões também são essenciais para evitar a progressão para o câncer.

Fonte: Agência Brasil

Espaço disponívelAnuncie aquiQuem lê o Mural 17 compra perto de você.Responsivo ou 728×90Quero anunciar →
Compartilhe Facebook X

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *