Espaço disponívelAnuncie aquiSua marca aqui, para toda a região.728×90 (computador) / 320×100 (celular)Quero anunciar →Pular para o conteúdo
Atenção

Tempestade em 117 cidades do 17 até 20h59 · INMET

O que fazer

Escolha sua cidade

Sua escolha fica guardada neste aparelho. A home continua mostrando todo o 17, com a sua cidade em primeiro.

Região de Araçatuba

Região de Barretos

Região de Catanduva

Região de Fernandópolis

Região de Jales

Região de Rio Preto

Região de Santa Fé do Sul

Região de Votuporanga

Última hora

São Paulo completa 38 anos sem poliomielite e reforça vacinação infantil

A Secretaria de Saúde alerta para a importância da imunização contínua para evitar o retorno da doença.

Fonte: Região Noroeste ·

Estado de São Paulo completa 38 anos sem poliomielite e reforça alerta para vacinação infantil

O Estado de São Paulo completa, em 2026, 38 anos sem novos casos de poliomielite, conhecida como paralisia infantil. A Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) ressalta a importância de manter altas taxas de vacinação e vigilância para impedir a reintrodução do poliovírus, que ainda circula em países como Afeganistão e Paquistão.

As campanhas de vacinação iniciadas na década de 1980 mudaram o cenário epidemiológico, reduzindo de 101 casos em 1980 para sete em 1981, até o último registro de infecção em 1988, no município de Teodoro Sampaio. No Brasil, o último caso foi documentado em 1989, levando à erradicação do vírus selvagem nas Américas, certificada pela OPAS em 1994.

Embora o histórico seja positivo, a cobertura vacinal em São Paulo está abaixo do ideal de 95% recomendado pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Dados preliminares de 2026 mostram uma taxa de 88,74% de imunização em crianças no primeiro ano de vida e 84,51% no primeiro reforço.

Esquema de vacinação e vigilância

Desde agosto deste ano, o calendário vacinal brasileiro passou a incluir o segundo reforço com a vacina inativada contra poliomielite (VIP) para crianças de 4 anos. Essa mudança consolidou o modelo 100% injetável, que substituiu a vacina oral em gotas.

O esquema vacinal atual consiste em cinco doses gratuitas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs): aos 2, 4 e 6 meses, seguidas por reforços aos 15 meses e aos 4 anos. Para garantir que todas as crianças estejam vacinadas, o estado, em parceria com as prefeituras, realiza busca ativa de pendências nas cadernetas de vacinação e oferece acompanhamento às famílias.

Além disso, o Programa de Vigilância das Paralisias Flácidas Agudas (PFA) estabelece a notificação obrigatória e a realização de exames laboratoriais de fezes em casos de fraqueza muscular súbita em crianças menores de 15 anos, assegurando a detecção precoce de possíveis ameaças à saúde pública.

Fonte: Região Noroeste

Espaço disponívelAnuncie aquiSeu negócio visto por quem mora no 17.Responsivo ou 728×90Quero anunciar →
Compartilhe Facebook X

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *