Espaço disponívelAnuncie aquiSeu negócio visto por quem mora no 17.728×90 (computador) / 320×100 (celular)Quero anunciar →Pular para o conteúdo
Atenção

Tempestade em 117 cidades do 17 até 20h59 · INMET

O que fazer

Escolha sua cidade

Sua escolha fica guardada neste aparelho. A home continua mostrando todo o 17, com a sua cidade em primeiro.

Região de Araçatuba

Região de Barretos

Região de Catanduva

Região de Fernandópolis

Região de Jales

Região de Rio Preto

Região de Santa Fé do Sul

Região de Votuporanga

Última hora
Polícia Brasil

Filha de Marielle Franco denuncia ofensas racistas em grupo da PUC-Rio

Luyara Franco exigiu respeito e apuração após comentários preconceituosos sobre sua mãe.

Fonte: Giro19 ·

Família denuncia agressão a Marielle em grupo de WhatsApp da PUC-Rio

A filha da vereadora Marielle Franco, Luyara Franco, denunciou ofensas racistas dirigidas à sua mãe em um grupo de WhatsApp da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). O caso foi revelado nas redes sociais e gerou repercussão.

Segundo Luyara, um membro do grupo utilizou termos racistas, como “macaca”, e questionou como Marielle teria pago sua faculdade na PUC-Rio, onde cursou sociologia. Em sua postagem, Luyara expressou sua indignação: “Mais uma vez, atacam a memória da minha mãe com o ódio e o racismo. Dói, revolta, mas não vai nos silenciar. Racismo é crime! Exigimos respeito, apuração e posicionamento da PUC-Rio”.

Luyara destacou a trajetória de Marielle, uma mulher negra que lutou pela transformação social e teve sua vida interrompida pela violência política. Ela enfatizou que “isso não é brincadeira, não é opinião, não é liberdade de expressão. Racismo é crime”. O crime de racismo é inafiançável e imprescritível, com pena de reclusão e multa, conforme a Constituição Federal.

A PUC-Rio informou que recebeu denúncias sobre o ocorrido pela Ouvidoria e pelo Canal Externo de Denúncias. A universidade anunciou a abertura de uma investigação interna para apurar os fatos e adotar as medidas necessárias. Em nota, a PUC rechaçou veementemente qualquer ato discriminatório e reafirmou seu compromisso com uma educação antirracista e a preservação da memória de Marielle Franco.

Ofensas recentes

Esse não é o primeiro caso de ofensa a Marielle Franco. Em um ato próximo à PUC-Rio, apoiadores do então presidenciável Flávio Bolsonaro ironizaram seu assassinato. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram manifestantes fazendo comentários ofensivos sobre a vereadora.

O assassinato de Marielle ocorreu em março de 2018, quando seu carro foi alvejado no centro do Rio de Janeiro. Juntamente com o motorista Anderson Gomes, Marielle foi morta em um crime que teve condenações em 2024. Entre os condenados estão ex-policiais e figuras ligadas ao poder no Rio de Janeiro.

Fonte: Giro19

Espaço disponívelAnuncie aquiSeu negócio visto por quem mora no 17.Responsivo ou 728×90Quero anunciar →
Compartilhe Facebook X

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *